jul 24

ENTENDA O 5 G – DOWNLOAD DE 10 A 20 VEZES MAIS RÁPIDO

A quinta geração de internet móvel, 5G, pode ser lançada no ano que vem em alguns países. E promete velocidade de download 10 a 20 vezes mais rápida do que temos hoje.

Mas que diferença a nova tecnologia vai fazer, de fato, em nossas vidas? Vamos precisar comprar um telefone novo? Vai resolver o problema da falta de sinal para quem vive em áreas remotas?

A BBC analisa o impacto que o 5G pode ter e responde algumas questões básicas sobre o tema.

O que é exatamente o 5G?
É a próxima geração de rede de internet móvel, que promete velocidade de download e upload de dados mais rápida, cobertura mais ampla e conexões mais estáveis.

Trata-se de utilizar melhor o espectro de rádio e permitir que mais dispositivos acessem a internet móvel ao mesmo tempo.

O que vai nos permitir fazer?
“O que quer que façamos agora com nossos smartphones, poderemos fazer mais rápido e melhor”, diz Ian Fogg, da OpenSignal, empresa de análise de dados móveis.

“Pense em óculos para realidade aumentada, realidade virtual móvel, vídeos com qualidade muito superior, a internet das coisas tornando as cidades mais inteligentes.”

“Mas o que é realmente empolgante são todos os serviços novos que serão criados e que não podemos prever”, acrescenta.

Imagine uma profusão de drones contribuindo com missões de busca e salvamento, avaliação de incêndios e monitoramento de tráfego, todos se comunicando sem fio uns com os outros e com bases terrestres por meio de redes 5G.

Da mesma maneira, muita gente acredita que a nova tecnologia será crucial para que veículos autônomos “conversem” entre si, leiam mapas e dados de tráfego em tempo real.

Quem joga games no celular deve notar menos atraso – ou latência – ao pressionar um comando e ver o efeito na tela. Os vídeos para dispositivos móveis prometem ser quase instantâneos e sem falhas.

As vídeochamadas, por sua vez, devem se tornar mais claras e menos irregulares, enquanto dispositivos para exercícios poderão ser usados para monitorar sua saúde em tempo real, notificando os médicos assim que houver qualquer emergência.

Como funciona?
Há uma série de novas tecnologias que podem ser aplicadas – mas os padrões ainda não foram definidos para todos os protocolos 5G. Faixas de frequência mais altas – de 3,5 GHz (gigahertz) a pelo menos 26 GHz – têm uma capacidade maior, mas como seus comprimentos de onda são menores, significa que seu alcance é mais curto – ou seja, são bloqueados mais facilmente por objetos físicos.

Assim, é provável que surjam módulos de antenas de telefonia menores, próximos ao chão, propagando as chamadas “ondas milimétricas” entre um número bem maior de transmissores e receptores. Isso vai permitir uma cobertura mais ampla.

É muito diferente do 4G?
Sim, é uma nova tecnologia de rádio. Mas pode ser que você não note logo de cara a melhora da velocidade, já que o 5G deve ser usado inicialmente pelas operadoras como uma forma de aumentar a capacidade das redes 4G LTE existentes, garantindo um serviço mais consistente aos clientes.

A velocidade que você vai receber dependerá de qual espectro de radiofrequência a operadora vai utilizar e de quanto investirá em novas antenas e transmissores.

Então, quão rápida a rede 5G pode ser?
Atualmente, as redes móveis 4G mais rápidas oferecem, em média, aproximadamente 45Mbps (megabit por segundo), mas a indústria ainda tem esperança de alcançar 1Gbps (gigabit por segundo = 1.000Mbps). A fabricante de chips Qualcomm acredita que o 5G pode atingir velocidade de navegação e download cerca de 10 a 20 vezes mais rápida.

Imagine poder baixar um filme de alta definição em apenas um minuto.

Isso será possível para redes 5G construídas ao lado de redes 4G LTE existentes. Em contrapartida, as redes 5G independentes, que operam dentro de frequências muito altas (digamos, 30GHz), poderiam chegar facilmente a velocidades de navegação superiores a 1Gbps como padrão. Mas isso só deve acontecer alguns anos depois da implantação.

Por que precisamos dela?
O mundo está se tornando móvel e consumimos mais dados a cada ano, especialmente à medida que aumenta a popularidade do streaming de vídeo e música. As faixas de frequência existentes estão ficando congestionadas, levando a falhas no serviço, especialmente quando muitas pessoas da mesma região tentam acessar serviços online ao mesmo tempo.

O 5G é muito mais eficiente em lidar simultaneamente com milhares de dispositivos – de celulares a sensores de equipamentos, câmeras de vídeo e iluminação urbana inteligente.

Quando será o lançamento?
A maioria dos países não deve lançar a tecnologia 5G antes de 2020, mas a Coreia do Sul pretende sair na frente e oferecer o serviço a partir do ano que vem – suas três maiores operadoras concordaram em começar ao mesmo tempo. A China também está correndo para estrear a tecnologia em 2019.

Enquanto isso, autoridades reguladoras de todo o mundo têm realizado leilões de faixas de espectro para empresas de telecomunicações, que estão testando com fabricantes de celulares os novos serviços.

Vou precisar de um telefone novo?
Sim, infelizmente. Mas quando o 4G foi lançado em 2009/2010, os smartphones compatíveis entraram no mercado antes da infraestrutura ser totalmente implementada, o que levou à frustração de alguns consumidores, que passaram a pagar mais caro por um serviço ainda instável.

Segundo Ian Fogg, os fabricantes de celulares provavelmente não vão cometer o mesmo erro desta vez. Eles devem lançar os aparelhos 5G apenas quando as novas redes estiverem prontas, possivelmente no fim de 2019. Esses novos telefones poderão perfeitamente alternar entre as redes 4G e 5G para oferecer um serviço mais estável.

Será o fim do telefone fixo?
Não. As empresas de telecomunicações investiram muito em fibra ótica e banda larga por linhas fixas para abrir mão delas tão depressa. Os serviços de banda larga domésticos e de escritório serão por muitos anos, sobretudo fixos, embora o chamado acesso fixo sem fio seja disponibilizado em paralelo.

Por mais que a conexão sem fio seja boa, muitos preferem a estabilidade e segurança dos cabos físicos.

Pense na rede 5G móvel como um serviço complementar, para quando estamos por aí, interagindo com o mundo ao nosso redor. Também facilitará a aplicação da tão falada “internet das coisas” (conexão entre o mundo físico e a internet).

Vai funcionar em áreas rurais?
A falta de sinal e a baixa velocidade de transmissão de dados em áreas rurais é uma queixa comum no Reino Unido e em muitos outros países. Mas o 5G não vai resolver necessariamente este problema, pois vai operar em bandas de alta frequência – pelo menos no início – que têm muita capacidade, mas cobrem distâncias menores. O 5G será predominantemente um serviço urbano para áreas densamente povoadas.

Bandas de frequência mais baixa (600-800Mhz, geralmente) são mais adequadas para distâncias maiores, então, as operadoras de rede vão se concentrar em melhorar sua cobertura 4G, em paralelo à distribuição 5G.

Mas a realidade comercial significa que, para algumas pessoas que vivem em áreas muito remotas, a conexão ainda será, na melhor das hipóteses, instável, se não houver subsídios do governo que tornem vantajoso para as operadoras chegar a esses lugares.

abr 06

ZUCKERBERG CUTUCA APPLE

O escândalo de privacidade envolvendo Facebook e Cambridge Analytica ganhou um novo capitulo no último final de semana, quando Tim Cook, o presidente da Apple, teceu comentários criticando o acesso indevido a dados pessoais de 50 milhões de cidadãos dos Estados Unidos.

Na tentativa de ressaltar um diferencial entre a sua empresa e as rivais Google e Facebook, Cook destacou que a Apple sempre se preocupou com a privacidade de seus usuários. Ele reforçou ainda que a Maçã jamais comercializou dados privados de seus clientes com terceiros, uma crítica direta ao modelo de negócios das duas gigantes da internet.

Sem meias palavras, porém, Mark Zuckerberg foi à baila, defendeu o seu próprio produto e fez críticas tanto à fala de Cook quanto ao modelo de negócio da Apple. Em conversa com o podcast do Vox, o criador e presidente do Facebook afirmou que o modelo baseado em anúncios “é o único modelo racional” capaz de manter funcionando um serviço feito para ser usado por qualquer pessoa em qualquer parte do mundo.

Ele falou ainda ser importante fugirmos da “Síndrome de Estocolmo”, que é quando uma vítima se apaixona por seus sequestradores. Foi assim que ele definiu a relação entre os clientes e as empresas “que trabalham duro para cobrar mais e convencê-lo de que se preocupam mais com você”, numa referência aos preços nada convidativos praticados pela Apple.

Enfim, afirmar que uma empresa se preocupa mais com os clientes porque cobra mais caro “soa ridículo”, finalizou Zuckerberg.

Confira a fala de Mark Zuckerberg na íntegra:

Sabe, eu penso que esse argumento, de que, se você não está pagando por algo, então não nos preocupamos com você, é extremamente simplista. E não é de todo alinhado com a verdade. A realidade, aqui, é que se você quer construir um serviço para conectar todos pelo mundo, então muita gente não será capaz de pagar. Portanto, como é o caso de muitas mídias, um modelo baseado em publicidade é o único racional e capaz de sustentar a construção desse serviço para alcançar as pessoas.

Isso não significa que nós não estamos focados primariamente em servir a pessoas. Penso, provavelmente para a insatisfação de nosso time de vendas, que eu tomo todas as nossas decisões com base no que terá importância para a nossa comunidade e com menos foco no lado de publicidade dos negócios.

Mas se você quer criar um serviço que não servirá apenas aos ricos, então é preciso ter algo pelo qual as pessoas possam pagar. Creio que [o fundador e presidente da Amazon] Jeff Bezos fez uma fala excelente sobre isso no lançamento de um Kindle há alguns anos. Ele disse “há companhias que trabalham duro para cobrar mais de você e há companhias que trabalham duro para cobrar menos”. E, no Facebook, nós estamos no campo das empresas que trabalham duro para cobrar menos de você e oferecer um serviço que todos possam utilizar. Facebook: Site remove páginas de apoiadores de Bolsonaro.

Não acredito que isso signifique que não nos importamos com as pessoas. Ao contrário, creio ser importante não termos Síndrome de Estocolmo e [com isso] deixarmos as companhias que trabalham duro para cobrar mais convencerem você de que elas, de fato, se preocupam contigo. Porque isso soa ridículo para mim.

fev 17

COMO FUNCIONA A TECNOLOGIA LED DAS TVS

A LED TV consiste em uma tela LCD convencional “iluminada por trás” por LEDs (diodos de emissão de luz, na sigla em inglês). A tecnologia deixa os aparelhos mais finos, com espessura de cerca de 3 cm, para modelos com até 55 polegadas.

Mas afinal, o que é um LED?

Atualmente vários equipamentos eletrônicos possuem luzinhas piscando. Pois bem isso é um LED. O LED possui um semicondutor com capacidade de emitir luzes de diversas cores. A tecnologia já existe há mais de 25 anos, porém, diferentemente de atualmente, só era possível emitir a cor amarela e vermelha. Atualmente é possível transmitir várias cores. Os LEDS são usados em vários equipamentos, como faróis de carros, semáforos, lâmpadas residenciais, entre outros.

A maior vantagem do uso de LEDs é mesmo na economia de energia. Nas televisões não é diferente, a economia de luz, se comparado com outras tecnologias é muito grande.

Como funciona a tecnologia LED das televisões?

Funcionamento nas TVs

Nas televisões de LED, o funcionamento é bastante simples, ou seja, ao invés de usar uma fonte de luz, onde a luz é polarizada e após transformada nos pixels da imagem, as TVs LED usam como fonte de luz uma placa com centenas de LEDs que vão formar as imagens com cores.

A TV LED utiliza a CCFL (Cold Cathode Fluorescent Lamps), a qual faz uso da lâmpada fluorescente de cátodo frio, com uma gama de cores enorme. Além disso, são usados outros dois tipos de iluminação traseira, que são denominados Edge-lit (Iluminação da Borda) e a Local Dimming  (Iluminação por redução local). A primeira delas conta com LEDs em faixas contínuas por toda área do monitor, o que deixa os televisores muito mais finos e cerca de 30% mais econômicos no consumo de energia.

Como funciona a tecnologia LED das televisões?

As telas das TVs de LED são muito mais brilhantes, com o contraste muito melhor. As cores são também muito mais vivas e originais se comparadas ao modelo de LCD. Em resumo, a imagem fica muito mais nítida, já que é feita com diodos em emissores de luz (LED).

Como destaque, as TVs de LED possuem design muito mais sofisticado e atraente, com contraste e brilho muito melhores que os do LCD convencional. Além de tudo, com baixo consumo de energia. Já tem a sua?

 

jan 31

INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS: DELL – DIVERSIDADE NA TECNOLOGIA

As mulheres ainda são minoria no mercado de tecnologia da informação. Apenas 20% das vagas do setor no Brasil são ocupadas por mulheres, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), de 2016, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o objetivo de mudar este cenário, a Dell, líder brasileira em vendas de PCs criou o grupo Women in Action, voltado a proporcionar o desenvolvimento profissional e condições de igualdade para todas as mulheres que trabalham na empresa. A equipe conta com os próprios colaboradores e suas principais atividades, reuniões, palestras, eventos em geral etc, referem-se ao desenvolvimento de carreira das mulheres.

Além do Women in Action, a empresa mantém vários grupos voltados a conscientizar e influenciar a organização sobre melhores práticas para promover um ambiente que favoreça a inclusão, como o PRIDE, voltado para a tolerância e respeito à diversidade de orientação sexual, e o True Ability, que luta pela inclusão das pessoas com deficiência.

Na véspera do Dia Internacional das Mulheres desde ano, a Dell Brasil também assinou a carta de Princípios de Empoderamento das Mulheres, promovida pela ONU Mulheres (Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres) e pelo Pacto Global das Nações Unidas (UNGC). A iniciativa parte da premissa de que empoderar mulheres e promover a equidade de gênero é garantia para o efetivo fortalecimento das economias, o impulsionamento dos negócios, a melhoria da qualidade de vida de mulheres, homens e crianças, e para o desenvolvimento sustentável.

De acordo com o vice-presidente da Dell EMC Brasil para Commercial, Luis Gonçalves, desde sua fundação, a Dell possui uma cultura de valorização da diversidade. “Essa iniciativa, o grupo Women in Action, vem reforçar esse objetivo, ao oferecer oportunidades de carreira e de desenvolvimento para as mulheres. Ao empoderar as profissionais e promover a igualdade de gênero beneficiamos tanto as colaboradoras quanto a própria empresa e a indústria como um todo”, declara o executivo.

A líder do Women in Action para a região Sudeste na Dell EMC no Brasil, Priscila Monsanto, diz que é preciso ter programas voltados ao empoderamento feminino para promover igualdade de oportunidades para todos e incentivar mulheres a crescerem em suas carreiras através do compartilhamento de exemplos de sucesso e potencialização de networking. “Cada vez mais envolvemos também os homens nesse processo, construindo um ambiente aberto à diversidade, permitindo a discussão sobre viés inconsciente e a reflexão sobre o papel da mulher e do homem na sociedade. O recém-criado Women in Action, que une as práticas de Dell e EMC, teve como sua primeira ação no Brasil a assinatura do compromisso dos Princípios de Empoderamento Feminino da ONU Mulheres, que mostra a seriedade com que a empresa trata o tema. O grupo é uma base de apoio para as mulheres terem espaços cada vez mais representativos dentro da companhia e na sociedade”, diz Priscila. 

Sobre a Dell

A Dell é líder em vendas de computadores de mesa (PCs) no Brasil e abriu sua primeira fábrica no país na cidade de Eldorado do Sul (RS) em novembro de 1999. Na mesma cidade, possui um centro de desenvolvimento de software dentro da Pontifícia Universidade Católica. No ano de 2006 foi anunciada a construção de uma nova fábrica na cidade de Hortolândia, interior de São Paulo. A partir de agosto de 2007, Eldorado do Sul passou a sediar apenas a administração e toda a produção de (desktops, notebooks e servidores) foi transferida para Hortolândia.

jan 24

OS RISCOS DA RODA DE LIGA LEVE

Fazer um conserto inadequado ou comprar marcas falsificadas são os perigos que cercam a roda de liga leve. Veja como não cair nessa

   Reparo em roda de liga leve
Raspou a roda do carro no meio-fio? Passou num buraco à noite? Se sua primeira tentação é procurar uma loja especializada para reparar o amassado ou a rachadura, saiba que nem sempre vale a pena. Às vezes, o conserto pode comprometer a segurança, pois há o risco de o pneu perder pressão repentinamente, fazendo com que o motorista perca o controle.Foi o que ocorreu com o Land Rover Range Rover em que viajava o cantor sertanejo Cristiano Araújo, morto em junho do ano passado. De acordo com o laudo do Instituto de Criminalística de Goiás, a causa do capotamento foi a ruptura de soldas feitas na roda traseira direita: com o rompimento, o pneu foi cortado. A perícia descobriu que o aro, que não era original do veículo, apresentava dez pontos de solda, feitos com material de baixa qualidade.

O caso só reforça a importância de pensar duas vezes antes de autorizar o conserto. Quando há, por exemplo, uma trinca no tambor (parte que recebe o ar do pneu), a qualquer momento pode haver perda de pressão, causando um acidente. Essa é uma das situações em que o dano não é visível. Só desmontando o conjunto em oficina ou borracheiro que se nota o problema. O carro, porém, costuma dar sinais, como o volante que trepida ou puxa para um lado. Segundo especialistas nesse tipo de serviço, o limite para realizar o reparo de uma trinca na região do tambor é de no máximo 2 milímetros.

Na dúvida, troque!

Outra situação comum é a rachadura ocorrer nos raios da roda, o que também pode comprometer a estrutura do aro e a segurança. Geralmente, quando a avaria supera os 5 milímetros, não há o que fazer. É de partir o coração (e o bolso), pois uma roda de liga leve custa no mínimo R$ 800. É por isso que, nos aros  de aço, que custam a partir de R$ 100, dificilmente o conserto vale a pena – o reparo varia na média de R$ 50 a R$ 200. Se houver dúvidas, opte pela troca.

Antes de decidir pelo reparo, o técnico precisa submeter a roda a medições para verificar a extensão do dano e até passá-la por um exame de ultrassonografia para detectar fissuras invisíveis a olho nu. Quando for possível, o conserto pode ser feito por vários métodos. Um deles é o desempeno, por gabarito (ela é colocada num torno para ser desamassada manualmente) ou hidráulico (uma máquina recupera as medidas originais). Em ambos, a peça não é submetida a altas temperaturas, o que afetaria as propriedades físicas do material. É o que ocorre quando ela é desentortada com um maçarico, método mais desaconselhável. O reparo por solda não chega a ser um grande problema, desde que feito por um profissional treinado e dentro das normas técnicas. Já riscos e arranhões simples, que só comprometem a estética, são facilmente recuperáveis, com o uso de produtos abrasivos e um bom polimento.

Falsificação

Além do conserto inadequado, as rodas podem sofrer de outro mal que afeta a segurança do motorista: a falsificação, que atinge principalmente as marcas mais conceituadas. É o caso da alemã BBS, que chegou até a acionar a polícia para investigar um esquema montado para importação de rodas iguais às originais na aparência, mas de qualidade bem inferior.

O maior perigo do produto pirata é o risco de quebra com o veículo em movimento. Por isso, é bom ficar de olho em número de série ou selo de autenticidade. Se houver qualquer dúvida, ligue para o fabricante ou representante no país para conferir se o produto é verdadeiro. No entanto, há um método mais simples para detectar falsificações: o preço baixo demais. Uma boa roda de liga custa na média de R$ 1.500 a R$ 2.000, mas não é raro chegar a R$ 10.000 a unidade, no caso das importadas que equipam os esportivos.

Ao escolher uma roda, alguns vendedores recomendam que se manuseie a peça para verificar seu peso menor. Não funciona. É fato que o aro de liga é 15% mais leve, na média, que o de aço, mas está longe de ser uma regra. Como o principal fator de compra da roda de liga é o design, ela pode ter um desenho muito sofisticado ou ser mais reforçada para evitar quebras, o que pode deixá-la mais pesada que a versão comum.

jan 22

PADRÃO NANO- SIM CARD

Com a briguinha dos fabricantes para ver quem produz o smartphone mais fino ou a bateria com maior capacidade, é necessário diminuir o tamanho de alguns componentes. Um deles é o cartão SIM, aquele chip que identifica o seu celular numa rede e armazena alguns dados, como sua agenda de contatos. Quando o micro-SIM foi adotado, muitos tiveram que fazer gambiarras para fazer um SIM normal caber no iPad ou no iPhone. E os guias de gambiarras devem voltar.

A ETSI (European Telecommunications Standards Institute), órgão que controla os padrões de telefonia na Europa, está analisando as propostas para o novo padrão 4FF — mais conhecido como nano-SIM. Apple, Nokia e RIM tiveram suas ideias e disputam para seus projetos se tornarem padrões. Uma tecnologia adotada em muitos smartphones pode significar um bom dinheiro em royalties e controle do mercado, por isso o interesse.

O nano-SIM pela Apple.

A proposta da Apple é a mais simples e poderá permitir a retrocompatibilidade com os padrões micro-SIM e SIM — o nano-SIM da maçã é basicamente um micro-SIM sem o excesso de plástico nas bordas. A polêmica gira em torno da necessidade de uma bandeja externa para o chip ser inserido e removido sem dificuldades, então no final das contas o ganho de espaço seria nulo. Além disso, como possui uma das medidas praticamente igual a do micro-SIM, o nano-SIM também poderia ficar entalado se um usuário colocasse o chip num iPhone 4S, por exemplo. Não parece algo muito inteligente.

nano-SIM da Nokia e da RIM são bem diferentes do padrão atual

Nokia e RIM apresentaram as ideias mais inovadoras: o nano-SIM da empresa finlandesa é o menor de todos, medindo 10 mm x 8 mm e possuindo um formato característico de cartões SD, com um corte triangular numa das pontas e os contatos em forma de tiras. Considerando a influência da Nokia na Europa, é bem provável que seu padrão seja o escolhido, mas só saberemos a resposta definitiva após a votação que ocorre na semana que vem.

O que sabemos até agora é: se o padrão da Apple não for o adotado em larga escala, nem adianta cortar o seu chip comum para fazê-lo caber num smartphone ou tablet novo. Você não vai conseguir.

Com informaçoes: The Verge.

jan 20

NOVO TOYOTA C-HR IMPORTADO DERIVADO DO PRIUS

Na dianteira, emblema azul identifica a versão híbrida

Na dianteira, emblema azul identifica a versão híbrida (Divulgação/Quatro Rodas)

A Toyota sabe que toda fábrica com pretensões de crescer no Brasil deve ter presença significativa no segmento de SUVs, mercado em que atualmente ela possui apenas duas opções: o grande SW4, feito na Argentina, e o médio RAV4, vindo do Japão.

Para aumentar a oferta de SUVs no Brasil, a Toyota tem planos de produzir aqui o novo C-HR, que tem porte de Honda HR-V e Hyundai Creta. Enquanto isso não acontece (o que seria somente em 2020), ela vai importar o modelo de sua fábrica na Turquia já a partir do segundo semestre de 2018.

Linha curva do teto faz o estilo SUV cupê

Linha curva do teto faz o estilo SUV cupê (Divulgação/Quatro Rodas)

Para garantir que ele chegue com preço competitivo (o que não ocorre com o RAV4), o plano é trazer a versão híbrida, que paga menos impostos (e pode se beneficiar ainda mais, nesse sentido, com maiores incentivos dentro do plano Rota 2030, atualmente em estudos no governo).

Ainda é cedo para falar de preço, mas, considerando o RAV4, de R$ 159.290, e que o CH-R é baseado na plataforma do Prius, de R$ 126.600, concessionários estimam que o novo SUV ficaria hoje ao redor de R$ 140.000 – pouco acima do recém-lançado Chevrolet Equinox (que é 29 cm maior), e parte dos R$ 134.900. Para antecipar o que vem por aí, fomos até a Dinamarca experimentar o Toyota.

A direção elétrica é rápida e comunicativa

A direção elétrica é rápida e comunicativa (Divulgação/Quatro Rodas)

O CH-R é classificado como híbrido paralelo, ou seja: pode ser tracionado por qualquer um de seus dois motores (nos híbridos em série, somente o motor elétrico traciona, enquanto o outro funciona apenas como gerador). Ele é equipado com motor a gasolina 1.8 de 98 cv e um elétrico de 72 cv. A potência combinada do sistema é de 122 cv. A transmissão híbrida é formada por uma embreagem que conecta os dois propulsores e o câmbio do tipo CVT. A tração é 4×2, dianteira.

O parentesco com o Prius é grande. Dizer que o C-HR usa a mesma plataforma não é suficiente para expressar a proximidade, uma vez que eles compartilham não só o chassi mas toda a arquitetura, incluindo direção, freio, suspensão, sistemas agregados e chicote elétrico. Essa arquitetura é a nova matriz modular da Toyota, conhecida pela sigla TNGA (Toyota New Global Architecture), que também servirá de base para a próxima geração do Corolla.

C-HR tem rodas aro 18

C-HR tem rodas aro 18 (Divulgação/Quatro Rodas)

Falando do design, assim como o VW Golf e o Tiguan, que usam a mesma plataforma MQB, têm pouca semelhança, C-HR e Prius pouco se parecem – o que é bom para o C-HR, porque o Prius está longe de ser bonito, ao contrário do C-HR. Os mais atentos vão reconhecer similaridades em detalhes como vincos, recortes e, eventualmente, algum componente compartilhado, o que é natural. Mas, no conjunto, o C-HR é bem mais atraente.

Por fora, chamam a atenção a curvatura do teto, a coluna traseira e os arcos das rodas bem definidos. Por dentro, a tela da central multimídia rouba a cena, mas há elementos interessantes como o filete de iluminação ambiente que percorre toda a parte frontal da cabine, de uma porta a outra passando pelo painel.

Tela da central multimídia mostra o consumo de energia. No acabamento, há detalhes em preto brilhante

Tela da central multimídia mostra o consumo de energia. No acabamento, há detalhes em preto brilhante (Divulgação/Quatro Rodas)

O acabamento é de boa qualidade tanto na confecção das peças bem encaixadas quanto na qualidade dos materiais. O painel de plástico é revestido de couro, na parte superior; tecido emborrachado, na porção inferior; e preto brilhante na região frontal. Os instrumentos com iluminação e mostradores azuis são os únicos indicativos de que se está ao volante de uma versão híbrida (por fora, há os emblemas com contornos azuis e a inscrição Hybrid, na traseira).

O motorista viaja com conforto. A iluminação interna é azul

O motorista viaja com conforto. A iluminação interna é azul e forração do teto tem buracos (Divulgação/Quatro Rodas)

Emblema identifica a versão na porta traseira

Emblema nos para-lamas identifica o conjunto mecânico (Divulgação/Quatro Rodas)

Antes de apertarmos o botão Start, há que se comentar que esse é um carro pensado para quatro ocupantes, já que o passageiro central traseiro viaja apertado. Para os demais, a posição elevada dos assentos traseiros permite criar um efeito de auditório, mas o espaço é  um pouco claustrofóbico pelas formas da carroceria na altura da coluna traseira, que também prejudica o acesso à cabine. O porta-malas tem a capacidade de 377 litros.

Espaço traseiro do novo C-HR é apertado

Espaço traseiro do novo C-HR é apertado (Divulgação/Quatro Rodas)

Cabem 377 litros no porta-malas

Cabem 377 litros no porta-malas (Divulgação/Quatro Rodas)

Na frente o espaço é generoso. O motorista não tem do que se queixar em termos de acesso e de ergonomia. A posição de dirigir é correta e permite visibilidade segura de todo o entorno do carro.

Dinamicamente, o C-HR é muito equilibrado. Apesar da calibragem confortável da suspensão, a carroceria se mantém estável o tempo todo, rolando pouco nas curvas. Mas isso é resultado não só do ajuste de molas e amortecedores mas também das bitolas (distância lateral entre as rodas) alargadas em relação ao Prius. Os pneus são na medida 225/50 R 18.

Estável, o C-HR inclina pouco nas curvas

Estável, o C-HR inclina pouco nas curvas (Divulgação/Quatro Rodas)

A direção (elétrica) é rápida e comunicativa e os freios (a disco nas quatro rodas, ventilados na frente) transmitem segurança. Ao volante, o C-HR seria perfeito não fosse seu câmbio de variação contínua CVT. Ao som agonizante de máquina de lavar quando aceleramos, soma-se a falta de paralelismo entre o som e a aceleração produzida. E a resposta sempre tardia às solicitações do acelerador é difícil de aceitar em um modelo com apelo esportivo como um SUV.

Maçaneta da porta traseira fica embutida

Maçaneta da porta traseira fica embutida (Divulgação/Quatro Rodas)

O C-HR permite selecionar entre três modos de condução (Sport, Normal e Eco), mas as diferenças são muito pouco perceptíveis. Segundo a fábrica, no modo Sport, o SUV vai de 0 a 100 km/h em 11 segundos e atinge a máxima de 170 km/h. E na opção Eco, em um ciclo misto de cidade e estrada, a média de consumo fica em 26 km/l.

No modo Sport, o SUV vai de 0 a 100Km/h em 11 segundos e atinge a máxima de 170Km/h

No modo Sport, o SUV vai de 0 a 100Km/h em 11 segundos e atinge a máxima de 170Km/h (Divulgação/Quatro Rodas)

Como se vê pelos números oficiais, desempenho não é o ponto forte do C-HR híbrido, mas ele apresenta um rendimento exemplar, o que pode ajudar sua carreira no Brasil e repetir o êxito que teve no Japão, onde foi o carro mais vendido do país. Afinal, com os mesmos atributos, o Prius já faz sucesso entre os híbridos em nosso mercado.

Veredicto

Ele não agradou muito no desempenho e no espaço interno traseiro. Mas é bonito econômico e deve ter preço mais competitivo que o RAV4.

FICHA TÉCNICA – TOYOTA C-HR HYBRID

  • Preço: R$140.000 (estimado)
  • Motor: Gasolina: 4 cilindros 16V,  1.798 cm3, 98 cv a 5.200 rpm, 14,5 mkgf a 3.600 rpm. Elétrico: 72 cv, 16,6 mkgf, baterias de níquel-metal, capacidade 1,3 kWh
  • Câmbio: CVT, dianteiro
  • Suspensão: McPherson(dianteiro)/ duplo A (traseiro)
  • Freios:  discos ventilados (dianteira), sólidos (traseira)
  • Direção: elétrica; diâmetro de giro, 11m
  • Rodas e pneus: 225/50 R18
  • Dimensões: comp., 436 cm; largura, 179,5 cm; altura, 156,5 cm; entre-eixos, 264 cm; peso, 1.380 kg; tanque, 72 l; porta-malas, 377 l
  • Desempenho: 0 a 100 k/h, 11 s; velocidade máxima, 170 km/h; consumo, 26 km/l em ciclo misto urbano/rodoviário

jan 20

COMO FUNCIONA UMA IMPRESSORA 3D

As impressoras 3D chegaram para mudar completamente o modo como vemos a fabricação de objetos. A tecnologia — também conhecida como “técnica de fabricação aditiva” ou Fused Deposition Modeling (FDM) (modelagem por fusão e depósito) — funciona com a adição de camadas sobrepostas.

Já existem dezenas de métodos diferentes de impressão 3D, e cada um trabalha de uma maneira distinta e utiliza materiais próprios, que podem variar de simples ligas plásticas a até mesmo tecidos humanos e alimentos.

Como funciona uma impressora 3D?

Fused Deposition Modeling – Modelagem por Fusão e Depósito (FDM)

O modelo mais comum de impressora 3D funciona de maneira surpreendentemente simples. O primeiro passo da criação é o desenvolvimento do objeto no computador. Com a ajuda de um software de edição em três dimensões, você pode fazer praticamente o que quiser, sendo que o único limite é a sua imaginação.

Assim que o modelo tridimensional está pronto, é preciso enviá-lo para o software da impressora para que você possa definir as características principais, como as dimensões e a “resolução” da imagem, que é medida pela espessura das camadas sobrepostas no momento da impressão. Quanto mais detalhes, melhor será a qualidade do objeto, porém maior será o tempo de impressão.

Assim que você termina de selecionar as configurações principais, o software de impressão compila todos os dados e “fatia” o objeto em centenas de camadas. Depois disso, esses dados são enviados para a impressora, que inicia o processo de criação.

O mecanismo da impressora é relativamente simples. O injetor de material aquece e puxa uma espécie de filamento plástico que fica enrolado em uma bobina, como se fosse um rolo de barbante. Conforme o mecanismo derrete o material, ele o injeta em uma base, movimentando-se nos eixos X e Y para criar as camadas.

Assim que uma camada fica pronta, a base — fixa no eixo Z — desce alguns milímetros e o mecanismo procede com a criação da próxima camada até que o objeto fique pronto. Esse processo pode levar de poucos minutos até algumas horas; o que vai determinar esse tempo é a complexidade do modelo impresso e, é claro, a qualidade da impressora.

(Fonte da imagem: Reprodução/CBCNews)

Esse tipo de impressora pode ter uma pequena variação no processo de impressão: em vez de a extrusora movimentar-se nos eixos X e Y, quem faz esse movimento é a base, enquanto a extrusora movimenta-se no eixo Z. De resto, o sistema de funcionamento é semelhante.

Esse também é o tipo de impressora mais utilizado por aqueles que procuram apenas um hobby, uma vez que sua fabricação é relativamente simples e elas podem ser montadas em casa com relativa facilidade. Uma das vantagens desse tipo de modelo é que muitas das peças mecânicas utilizadas pela impressora podem ser fabricadas por elas mesmas.

Selective Laser Sintering – Sinterização Seletiva a Laser (SLS)

A Sinterização Seletiva a Laser é um processo um pouco diferente de impressão 3D, principalmente porque o equipamento utilizado é mais robusto que o modelo anterior. Em vez de depositar uma camada de cada vez, a máquina utiliza laser para esculpir os objetos em uma espécie de pó extremamente fino, que pode ser de plástico, metal ou outros materiais.

Assim como no modelo anterior, o primeiro passo é esculpir o seu objeto no computador e enviá-lo para o software da impressora, que se encarrega de fatiá-lo em centenas de partes.

Para iniciar o processo de fabricação, é preciso preencher a câmara de impressão com o pó. Depois disso, a máquina se encarrega de nivelar o material em uma camada completamente uniforme.

(Fonte da imagem: Reprodução/Axis)

Em seguida, um laser de altíssima potência é projetado no pó; o material entra em fusão, criando uma camada. Para continuar, a plataforma central desce e um rolo aquecido passa sobre toda a superfície de impressão, cobrindo a camada recém-criada com mais pó e gerando uma nova camada uniforme.

Depois disso, o laser cria uma nova camada e o processo se repete até que o objeto esteja completamente pronto.

No final ,  é preciso remover todo o excesso de pó do objeto impresso. É possível fazer isso com um jato de ar comprimido ou escovas próprias para esse propósito. É importante lembrar que todo o excesso de material pode ser reutilizado mais tarde, portanto o desperdício é mínimo.

A qualidade do objeto impresso, assim como o tempo de impressão, varia conforme o tamanho e a definição do item, determinados inicialmente.


A grande vantagem dessa impressora é que ela pode trabalhar com uma grande variedade de materiais diferentes, desde polímeros e plásticos até metais. Além disso, é possível imprimir objetos já pintados, pois cada camada pode ser colorizada separadamente no momento da impressão.

A versatilidade do equipamento também permite a criação de objetos mais complexos, contendo, inclusive, partes móveis. Basta modelar, imprimir e sair usando!

Stereolithography – Estereolitografia (SLA)

Stereolithography ou “fotossolidificação” é semelhante ao processo anterior. Assim como nos outros modelos, o início do processo se dá pela criação de um modelo em três dimensões no computador. Depois disso, o software da impressora fatia o modelo em centenas de camadas e envia esses dados para a impressora, que inicia o processo de fabricação.

Um recipiente precisa ser preenchido com um líquido especial, uma espécie de resina plástica que pode ser “curada” com luz ultravioleta.

(Fonte da imagem: 

O laser é, então, projetado na superfície do líquido, que se solidifica somente no local em que o laser foi projetado. Depois disso, a plataforma central desce um pouco — exatamente o espaço necessário para que a próxima camada seja criada — e o líquido cobre tudo novamente. O processo continua assim até o final.

Depois que o objeto está concluído, é preciso remover o excesso de líquido das peças e posicioná-las dentro de uma espécie de “forno” ultravioleta que serve para completar o processo de cura dos plásticos.

Esse tipo de equipamento pode criar modelos complexos e resistentes de maneira relativamente rápida, porém as máquinas são relativamente mais caras para o público e o custo do litro da resina plástica líquida pode ultrapassar as centenas de dólares, o que torna o processo de fabricação ligeiramente mais caro do que o de outros modelos.

O que é possível imprimir em uma impressora 3D?

A tecnologia está evoluindo e, muito em breve, será possível imprimir quase tudo em um equipamento desses. Uma das peças mais inusitadas já criadas por impressoras 3D são armas de fogo completamente funcionais.

Além disso, em breve será possível imprimir casas inteiras; pelo menos é o que diz um professor de engenharia da Universidade da Califórnia. Segundo o conceito desenvolvido por ele, com uma impressora 3D gigante seria possível construir uma casa completa em apenas 24 horas.

Já pensou em substituir órgãos humanos por modelos impressos em laboratório? Pois saiba que essa tecnologia já existe; mesmo que ainda demore um tempo para que ela possa ser efetivamente colocada em prática, pesquisadores já conseguiram desenvolver vasos sanguíneos a partir de açúcar e até mesmo um rim completamente funcional.

Vasos sanguineos sendo impressos com açúcar. (Fonte da imagem: Penn)

Outro propósito nobre oferecido pelas impressoras são próteses e exoesqueletos para pessoas com deficiência motora. Uma das maiores vantagens, nesse caso, é a rápida substituição das partes caso alguma delas venha a se quebrar; algo que é comum acontecer principalmente com crianças.

A versatilidade desses equipamentos não para por aí. Enquanto você pensa em criar seus próprios action figures, chefes de cozinha trabalham com modelos que podem imprimir massas personalizadas ou até mesmo chocolate. Não ficou surpreso? Que tal roupas e peças de vestuário impressas na hora?

(Fonte da imagem: Reprodução/Wired)

Que tal acessar o Baixaki, fazer o download de um carro e imprimir diretamente na sua garagem?

Não existe um limite quando se trata de impressoras 3D. A velocidade com que a tecnologia está crescendo vai mudar o modo como consumimos muitos de nossos produtos.

jan 20

AEROMAX ZETAFLEX

A exclusiva e revolucionária cobertura retrátil.

O AeroMax® é muito mais do que uma cobertura retrátil.

É um teto solar eficiente, regulável e original.

AeroMax® é a solução ideal para piscinas, corredores, áreas externas de lazer e outros locais que você queira proteger.

A cobertura retrátil para em qualquer posição intermediária e devido ao seu exclusivo mecanismo (patenteado), as lâminas ficam, no final de seu curso, compactadas na posição vertical junto às extremidades, deixando dois terços da área livres.

Suas lâminas e componentes estruturais são fabricados em liga especial de alumínio, garantindo durabilidade ilimitada e ausência de corrosão.

Diversas opções de acabamento das lâminas e componentes estruturais.
Standard: formada por lâminas e componentes estruturais em alumínio anodizado com acabamento natural fosco.
Brilliant White: componentes estruturais pré-pintados na cor branca brilhante por diferenciado processo de pintura eletrostática “a pó”. Já suas lâminas recebem pintura com a famosa tecnologia “coil-coating”.
Premium Color: 10 opções de cores em pintura automotiva eletrostática, tanto nas lâminas como na estrutura.